Sobre Gustavo Tarpinian

Designer, English teacher, drummer and a easy-livin person.

Batera de rua

Salve galera!

Fiquei um tempo sem postar aqui, e pra ser bem sincero, nem estava muito inspirado pra postar algo.. eheh Mas achei um vídeo de um cidadão tirando um som muito bacana de sucata, no meio da rua. É bem impressionante, levando em conta as condições da “bateria” do cara.

Confiram:

Cheers!

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Cas Haley

Boas galera!

Voltando do carnaval com mais uma recomendação musical!

Dessa vez de um som que eu conheci durante o carnaval, inclusive!

Trata-se de Cas Haley, um cantor/guitarrista texano, vencedor da segunda temporada do America’s Got Talent. O som do cara é um reggae bem sussegado, um pouco pop até. Muito bacana! Foi um baita achado nesse carnaval! eheh

Deixo vocês com uns vídeos do malandro:

Tocando Walking on the Moon, do Sting:

E Red Red Wine, com o UB40:

Cheers!

Action Figure de Albert Einstein

Estava fazendo minha visita diária ao Blog de Brinquedo e me deparei com essa Action Figure do Albert Einstein, em escala 1:6, feita pela How2Work. A action figure tem 30,48 cm de altura foi feita em parceria com a Hot Toys, de Hong Kong.

Vejam umas fotos abaixo:

Bem bacana mesmo! Muito bem feito. Pra quem gosta de física (o que não é o meu caso, sem dúvida alguma) e admira o cara, um prato cheio ter um desses na estante de casa.

Cheers!

Shaun Ellis, o Mogli britânico

Segue a matéria que eu achei no portal do Terra, desse raça man:

Um britânico que passou quase dois anos vivendo, se alimentando e dormindo com uma família de lobos, sem qualquer contato com humanos, acaba de publicar um livro contando sua história.

Em The Man Who Lives With Wolves (O Homem que Vive com os Lobos), publicado pela editora Harper Collins, Shaun Ellis narra em parceria com Penny Junor suas experiências com esses animais selvagens.

Ellis viveu por quase sete anos com uma tribo americana, no Estado de Idaho, no oeste dos Estados Unidos, para aprender mais sobre os lobos. Durante esse período, aprendeu a observar os animais e a entender como eles se relacionam.

Depois de conseguir se aproximar dos lobos, passou dois anos como membro de uma matilha. São desse período as principais experiências narradas no livro.

Mais tarde, de volta à Inglaterra, ele se estabeleceu no Parque de Vida Selvagem Combe Martin, onde continua lidando com lobos. Lá, Ellis adotou três filhotes abandonados ao nascerem e assumiu o papel de líder da família.

Dormindo com lobos
Em entrevista ao programa Outlook do Serviço Mundial da BBC, Ellis conta que seu primeiro contato com os lobos foi em um zoológico. Ele trabalhava no local, mas acabou demitido quando descobriram que ele pretendia libertar os animais.

“Nesse animal em que a maioria das pessoas vê um matador selvagem e impiedoso, eu vi um ser compassivo e muito ligado à família. Para mim havia algo além do mito, da lenda. (…) Então, minha missão passou a ser desvendá-lo”, disse à BBC.

Ellis compara a família dos lobos à sua própria. “Fui criado pelos meus pais e também pelos meus avós, assim como os lobos são. Isso parece criar aquele equilíbrio natural, em que os menos experientes ganham experiência e conhecimento por ter um animal mais velho para guiá-los”, disse.

Perguntado sobre como se alimentava enquanto viveu com os lobos, ele revelou que compartilhava da alimentação dos demais membros de sua matilha.

“Eu percebi logo que os lobos se dividem pelo que comem. Cada grupo de animal come uma parte diferente da caça. Os animais alfa, os líderes, iriam sempre comer o coração, o rim e o fígado. (…) Para mim sobrava tórax, pescoço etc.”.

Segundo ele, tudo era consumido cru mesmo. “Depois de passar a maior parte da semana sem comida, acredite, isso pode ser a melhor coisa que você já comeu na vida”, conta Ellis.

O pesquisador admite na entrevista que, nas primeiras duas ou três semanas em meio aos lobos, não conseguiu dormir por medo de que os animais pulassem sobre ele.

“Com o passar dos dias, semanas, meses, anos, o medo se transformou num saudável respeito pelos lobos. Para mim, havia uma linha tênue entre ser aceito e ser expulso do grupo, ou até mesmo ferido ou morto”, conta.

Perigo
O momento mais assustador que enfrentou, segundo ele, foi quando um lobo aparentemente “lhe disse” para não ir ao rio tomar água. “Ele o fez de uma forma muito agressiva, mordendo partes do meu corpo e chegando ao ponto de me derrubar dentro de uma árvore oca”, narra Ellis.

Horas depois, o mesmo lobo lamberia o seu rosto e o conduziria ao rio, onde Ellis encontraria sinais de que um urso gigante havia passado por ali.

“Então, na verdade, aquele lobo havia salvo minha vida”, lembra.

Para ele, a decisão mais difícil de sua vida foi ter de deixar sua família de lobos para trás e voltar à civilização, retomando seu lado humano.

“Levou meses até que eu voltasse a ter qualquer interesse na humanidade”, revela.

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Tem um ar the “Into the Wild”! Vou atrás!

Cheers!

Daniel Wesley

Boas!

Fiquei um tempão sem postar aqui… Que desleixo… Mas a causa é “nobre”. Estava me recuperando de uma virose terrível que peguei. Acho que nunca na vida devo ter passado tão mal, sem exageros.

Mas indo ao que interessa, o post é dedicado a mais uma recomendação musical:

Daniel Wesley!

Sabe aquele som pra ouvir quando você está na estrada a caminho da praia (abstraia o trânsito), e ouve aquele som que te deixa ansioso para chegar logo e cair na água pra surfar? Daniel Wesley é tipo isso! Precisa de mais?

O cara mistura rock com surf music e umas pitadas de reggae, é bem bacana mesmo! É aquele som pra encher de energia, ouvir no talo do som e cantar junto!

Falando um pouco da origem do cara, ele é canadense, foi o vencedor da competição Fox Seeds, de uma rádio de Vancouver chamada CFOX 99.3 FM. Daí pra frente o malandro foi só crescendo musicalmente.

Deixo um vídeo da música It’ll Be you, do último lançado do cara:

Cheers!


Carrinhos de lata

Estava pesquisando tempos atrás sobre brinquedos que sejam feitos a partir da reutilização de materiais, e encontrei esses carrinhos feitos a partir de latas de cerveja e refrigerante.

O trampo ficou muito bem feito! Além de ser muito bacana no que se diz à sustentabilidade, uma miniatura desses deve valer bastante, e não por menos, o resultado ficou fantástico! Veja a seguir:

Vi no Uhull.

Cheers!